29-03-2011 22:25
Câmara de Seia apresenta Turismo Solidário em Aldeias da Montanha
O Município de Seia apresentou hoje o projecto da rede das Aldeias de Montanha, que vai assentar no conceito de «Turismo Solidário» e deve estar concluído como «produto» dentro de «meio-ano», segundo o vereador Jorge Brito.
Numa apresentação feita na sede do Turismo de Portugal, em Lisboa, o vereador da Câmara de Seia indicou que o investimento é feito através do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) e que a rede deverá estar a «funcionar como produto turístico em meio ano».
A palavra mais repetida para apresentar a rede foi «pessoas», ou seja, as metas de salientar laços comunitários, o envolvimento de economias familiares, de agentes locais e dos habitantes para pôr em prática o conceito de «Turismo Solidário».
António Fontes, da empresa consultora que elaborou o projecto, avançou com os adjectivos a apostar para caracterizar estas aldeias: orgulhosas, calorosas, memoriais, sãs, inovadoras, genuínas, refúgios, sagradas e generosas. Em cima da mesa, está o desenvolvimento de roteiros, gastronomia, o envolvimento nomeadamente de instituições locais, para preservar “memórias”, como as do tempo de exploração do volfrâmio. Outros planos são a criação de uma bolsa solidária, do conceito Bed & Bike (cama e bicicleta), a requalificação da aldeia do Sabugueiro, que se pretende venha a ser a «aldeia mais alta e mais tecnológica de Portugal».
Além do Sabugueiro fazem parte da rede das Aldeias de Montanha as freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Lapa dos Dinheiros, Loriga, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim e Vide.
Câmara de Seia apresenta Turismo Solidário em Aldeias da Montanha
O Município de Seia apresentou hoje o projecto da rede das Aldeias de Montanha, que vai assentar no conceito de «Turismo Solidário» e deve estar concluído como «produto» dentro de «meio-ano», segundo o vereador Jorge Brito.
Numa apresentação feita na sede do Turismo de Portugal, em Lisboa, o vereador da Câmara de Seia indicou que o investimento é feito através do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) e que a rede deverá estar a «funcionar como produto turístico em meio ano».
A palavra mais repetida para apresentar a rede foi «pessoas», ou seja, as metas de salientar laços comunitários, o envolvimento de economias familiares, de agentes locais e dos habitantes para pôr em prática o conceito de «Turismo Solidário».
António Fontes, da empresa consultora que elaborou o projecto, avançou com os adjectivos a apostar para caracterizar estas aldeias: orgulhosas, calorosas, memoriais, sãs, inovadoras, genuínas, refúgios, sagradas e generosas. Em cima da mesa, está o desenvolvimento de roteiros, gastronomia, o envolvimento nomeadamente de instituições locais, para preservar “memórias”, como as do tempo de exploração do volfrâmio. Outros planos são a criação de uma bolsa solidária, do conceito Bed & Bike (cama e bicicleta), a requalificação da aldeia do Sabugueiro, que se pretende venha a ser a «aldeia mais alta e mais tecnológica de Portugal».
Além do Sabugueiro fazem parte da rede das Aldeias de Montanha as freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Lapa dos Dinheiros, Loriga, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim e Vide.
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